9 de maio de 2010

Tu!


Tu,
ladrão de sorrisos,
guardião de saudades.

Atacas sem aviso,
de aleatório juízo,
deixando-me perdido,
para teu contentamento desmedido.

Tu,
indesejado desejo,
imperfeita perfeição.

Impinges-nos amor,
mesmo que protestemos por dor,
calas quem não consente
e matas quem sente.

Tu,
sinónimo de dolorosa felicidade,
antónimo de eternidade.

7 comentários:

  1. A hey there Delilah nunca vai passar de moda!
    E está lindo

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  2. Descobri agora que ainda consegues ter o mais pequeno bom gosto ("Hey there, Delilah").
    Este estúpido poema (eu até gosto dele) estragou-me o teste de portugues! se tens azar de eu ter má nota já sabes de quem é a culpa!
    Eu troquei a foto, mas naão, por acaso não foi por tu gostares dela :D

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  3. wow que belo poema, apaixonei-me mesmo *-*

    beijocas adorei o blooog.

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