
24 de agosto de 2010
FUCK!

23 de agosto de 2010
Os Melhores do Verão!
22 de agosto de 2010
Cenas que Marcam!

Moulin Rouge
Não liguem ao audio Italiano ou que raio é! xD
Esta é, talvez, das mais bonitas cenas que alguma vez um musical foi capaz de fazer! Este é um dos meus filmes favoritos que encerra maravilhosamente em níveis cinematográficos e terrivelmente a nível emocional! A cena que se segue ao espectáculo é das mais tristes que eu já assisti no cinema. Esta cena só podia marcar! Pois todo o filme marca. Vejam quem, ainda, não viu!
Aviso: As cenas postadas podem não ser percebidas por quem não viu o filme da respectiva cena.
19 de agosto de 2010
Cabaret

Ele pragueja enquanto o público enlouquece. Ela, de lágrimas nos olhos, dança. Dança pela sobrevivência, dança pela vida! Ele observa-a de longe, petrificado. A raiva eclodia dentro dele, os punhos contraiam-se, e os ciúmes cegavam-lhe! Nunca se deveria ter apaixonado por uma dançarina de cabaret… Mas ele sabia, ele sabia que ela era dele, que ela o amava, que tudo aquilo era apenas o seu cruel trabalho.
Ela continua a dançar, a dançar para aquela grosseira, sedenta plateia. Ele, furioso, grita. Tudo pára, chocado. Ele retrai-se por um pouco, mas ao vê-la a chorar, indefesa, naquele palco… Volta a gritar:
-Não! Não o faças mais! – Suspira e murmura agora para si: -Estás a matar-me…
Ela abandona o palco, desfeita em lágrimas. O pano vermelho caí e tapa por completo o cruel palco agora sozinho.
17 de agosto de 2010
7ª Arte
Acho que é a primeira vez que faço isto triplamente! Cá vai mais um 7ª Arte \m/Marie Antoinette:
rainha Marie Antoinette. Ou seja, ou estava tudo louco ou a produção do filme descobriu que a Converse já fabricava ténis na época da revolução francesa! É de referir a péssima escolha da banda sonora, um filme de época merece músicas à sua altura e não um efémero pop rock do século XXI! Como é que é possível fazerem uma cena em que um baile de mascaras parisiense é acompanhado com uma música de rock? Visto que naquela altura rock nem existia! Tirando estes pontos parvos o filme é bom. Explora bem o espírito de requinte francês característico de Versalhes. Temos uma fantástica Marie Antoinette (Kirsten Dunst) e um igualmente bom Louis XVI (Jason Schwartzman). Não consigo dar uma maior pontuação pois a este filme falta uma boa banda sonora (que foi, cruelmente, negligenciada) e tem várias cenas incrédulas demais…Sinopse: Prometida ao Rei Luis XVI ( Jason Schwartzman ) aos 14 anos de idade, a ingênua Maria Antonieta ( Kirsten Dunst ), é lançada na opulenta corte francesa que é cheia de intrigas e escândalos. Sozinha, sem orientação e perdida em um mundo perigoso, a jovem Maria Antonieta se rebela contra a atmosfera isolada de Versalhes, e no processo, ela se torna a monarca mais incompreendida da França.

brilhantes alguma vez feitos! Mas todos estes aspectos acabam por ofuscados com o enfadonho desenrolar da história que teima em não chamar a atenção do espectador. Marshall não é eficaz na maneira que pega no argumento tornando o filme um quanto aborrecido em diversas partes. Mas pelo contrário, Marshall dirige óptimos números musicais (dos quais se destaca o fantástico “Be Italian” de Fergie, que para mim foi o momento alto do filme) que salvam o filme do enredo pouco chamativo. É de destacar o fantástico desempenho de Daniel Day-Lewis em um Guido fantástico e bastante credível! Também é de referir o engraçado (mas óptimo) desempenho de Penélope Cruz na pele de Carla, a amante.Sinopse: O director Guido Contini (Daniel Day-Lewis) ao atingir os quarentas sofre uma crise que lhe encobre a criatividade e que o leva a vários acontecimentos complexos e envolvimentos amorosos. Guido esforça-se por concluir o seu filme mais recente enquanto tenta equilibrar a sua vida nomeadamente a tentativa de controlo sobre as mulheres envolventes na sua vida, incluindo a sua esposa Luisa (Marion Cotillard) , a sua amante Carla(Penélope Cruz), a bela estrela de cinema Claudia( Nicole Kidman), a sua confidente Liliane(Judi Dench), a jornalista de moda americana(Kate Hudson), a prostituta envolvente na sua juventude (Stacy Fergunson) e a sua mãe (Sophia Loren).

filmes portugueses que têm sido polémicos por serem tão maus! Este filme é altamente inovador no cinema português! Porque será? Porque, ao contrário de todos os anteriores filmes, este filme não usa e abusa do sexo para vender nem das asneiras parvas sem nexo nenhum! Lembro-me de ver filmes portugueses que continham 4 ou 5 asneiras em cada frase, o que considero deprimente!Este Bela e o Paparazzo não é uma obra-prima, mas acredito que seja um começo para o novo cinema português de boa qualidade, sem ter que recorrer a “truques baixos” para chamar audiência.
Adorei o papel do grande Nuno Markl e do Marco D’Almeida!
Que se faça mais filmes destes cá em Portugal!
Sinopse: Mariana, uma jovem vedeta da nossa televisão, está muito perto de um colapso nervoso. As filmagens não estão a correr bem, a sua popularidade na novela está a descer mas todos os passos da sua vida privada continuam a ser matéria de capa das revistas "cor-de-rosa". E há uma culpada por esta total ausência de privacidade: Gabriela Santos, a mais temível paparazzo de Lisboa, a pessoa que sabe sempre onde ela está e que consegue as fotos mais comprometedoras.
Gabriela Santos é o nome artístico de João, o paparazzo que é contratado para perseguir Mariana dia e noite, captando a sua vida diária e fazendo dela uma presença habitual nas capas das revistas sociais sem que a sua presença alguma vez seja detectada.
Até ao dia em que se conhecem de forma fortuita.

16 de agosto de 2010
Desafio!

Trata-se de atribuir 5 músicas a 5 blogs. É importante que os eleitos dêem continuidade ao desafio, porque ai está o objectivo deste.E as minhas escolhas são:
14 de agosto de 2010
Cenas que Marcam!

Esta cena é (talvez) a cena mais importante deste filme. Eu adorei ver esta cena (principalmente porque ainda está melhor que no livro, no livro ele faz este discurso todo na casa do Sr. Collins e não assim), é aqui que toda a história muda! Esta é das cenas mais memoráveis deste filme! Acho, mesmo, que é uma grande cena!
13 de agosto de 2010
Artes de Palco
Ambos pisam o escuro palco, suspiram e posicionam-se. Ouvem a multidão a rir, a sussurrar, a gritar, a respirar. As luzes, finalmente, apagam-se, a multidão gela e cala-se de imediato. O silêncio propaga-se.Eles só ouviam o descontrolado coração que bombeava o sangue apressadamente devido à maldita ansiedade.
As cortinas abrem-se, mas toda a sala contínua escura. A música começa. Dois fracos focos de luz apontam para os nervosos dançarinos que começam a dar tímidos passos ao sabor da lenta música.
Dançam, delicadamente, passos clássicos com a graciosidade que só os bailarinos conseguem, dançam e maravilham todo aquele publica já hipnotizado pelos sincronizados passos.
A música revolta-se, o palco explode em cores e os bailarinos executam novos passos. Passos mais arrojados, mais rápidos, ma perigosos. Pois se algo falhasse, era a morte dos artistas. Acompanharam a efusiva música como ninguém, e, quando ela acabou eles petrificaram, à espera dos desejados aplausos.
O publico não se mexeu…
O terrível silencio gritava nos ouvidos dos cansados bailarinos.
O público, de boca aberta, levanta-se e aplaude em euforia.