15 de abril de 2010

Selo x)



A PR" de Sorrisos Perfeitos deixou-me um selo, que desde já agradeço muito x)

P.s: Continuo a não gostar de ti xP


As regras são:
a. Enumerar 3 sonhos:
1. Ir a Londres/Barcelona este ano.
2. Ser feliz.
3. Ter um verão como o do ano passado.


b. Enumerar 3 pecados/tentações:
1. Coca Cola.
2. Ser estúpido.
3. Pasteis de Belém.


c. Comentar no blog do criador do selo.



d. Nomear 6 blogs que consideres espectaculares.

(Isto é difícil -.-)

1. Sorrisos Perfeitos - porque foi ela que me pôs cá.
2.
Warm Rain - porque adoro esta rapariga, e o blog dela, claro.
3.
Meio Cheio - porque me parto a rir com cada post.
4.
big city dreams - porque gosto muito do blog dela.
5.
Sonhos verdes ás riscas - porque adoro cada texto postado.
6.
Salsa ou Coentros ?! - porque gosto bastante deste blog.
7. (Tinha que por mais este)
Addicted By Photography and Something Else - porque este blog é mesmo interessante e bom.

14 de abril de 2010

The Only Exception.

Tu, és a única excepção…
Ninguém me fez realmente feliz, mas tu, foste a única excepção.
Ninguém me fez abraçar tanto uma pessoa, mas tu, foste a única excepção.
Ninguém me arrancou um sorriso quando a tristeza me invadia, mas tu, foste a única excepção.
Ninguém me beijou com lábios de perfeição divina, mas tu, foste a única excepção.
Ninguém me desgrenhou a felicidade tão depressa, mas tu, foste a única excepção.
Ninguém me destruiu cruelmente, mas tu, foste a única excepção.
Ninguém me dilacerou qualquer das minhas defesas, mas tu, foste a única excepção.
Por isso procuro, procuro a razão de tanta mágoa e fúria depositada no meu espírito, procuro pelos confins das minhas memórias, a maior parte delas más.
Tento encontrar um rumo, e por efémeros segundos penso tê-lo encontrado, mas volto a perder-me, perco-me mais uma vez no gigantesco labirinto que me, cuidadosamente, preparaste.
Valeu a pena?
Não sei, pois afinal, ninguém me arrancou pesadas lágrimas dos meus cansados olhos, tu, foste a única excepção…

13 de abril de 2010

Não calem o que sabe Cantar.


Coitado! que em um tempo choro e rio;
Espero e temo, quero e aborreço;
Juntamente me alegro e entristeço;
Duma cousa confio e desconfio.

Voo sem asas; estou cego e guio;
E no que valho mais menos mereço.
Calo e dou vozes, falo e emudeço,
Nada me contradiz, e eu aporfio.

Queria, se ser pudesse, o impossível;
Queria poder mudar-me e estar quedo;
Usar de liberdade e estar cativo;

Queria que visto fosse e invisível;
Queira desenredar-me e mais me enredo:
Tais os extremos em que triste vivo!



Camões


Decidi por aqui algo de Luís de Camões, desde que estudei os Lusíadas que admiro imenso tanto a sua obra épica como a sua obra lírica, este poema saiu-me num teste de Português, desde aí que o leio várias vezes, porque adorei este poema.
Espero que gostem...

11 de abril de 2010

Sex, Drugs and Rock & Roll?


Agarra na escova, alisa o seu longo castanho cabelo. Olha-se uma última vez ao espelho, aprova-se, agarra nas ferrugentas chaves e na pequena mala que nada lhe serve e sai.
Pisa a velha calçada, em passo acelerado, olha para o relógio e vê que está já atrasada. Percorre as ruas da cidade, iluminada agora pelo luar, com graciosidade. Foi invadida por um sentimento de pura felicidade, que despertava a sua adrenalina, sentia que podia fazer tudo, sem ter que prestar justificações a alguém.
Pára, olha para o seu destino, e, antes de entrar, ajeita todo o seu estúpido traje e passa pelas escuras portas.
Olha para todos os cantos do barulhento bar incessante, entra de imediato na pista de dança, solta todo o seu corpo, liberta a adrenalina acumulada pela caminhada, dilacera a timidez e vive a vida, alimentando-a pela dançante música.
Pára, vai ao balcão e começa a alimentar o seu mendigo corpo que pedia álcool de esmola. Faz-lhe a vontade, alimenta-o com todos os tipos de bebida. Até que o seu corpo torna-se escravo da bebida.
Volta para a pista de dança, solta o que já não havia para soltar, dança com ele, pisa o outro, empurra aquele, beija não sei quem, e, passa assim o resto da efémera noite.
Grita, dança, canta, beija, bebe, fuma, vive a vida não sabendo como a viver.
Sai do cansado bar, já pela madrugada, arrasta-se até casa, onde cai devastada no sofá e adormece.

7 de abril de 2010

A coisa que se chama Dragon Khan.


Esta coisa contorceu o meu estômago, emaranhou o meu cabelo, trocou e gozou com o meu cérebro, espevitou a minha adrenalina(esticando-a ao seu máximo), rompeu com a minha garganta em forma de grito, agitou o meu corpo, assustou a minha alma, aqueceu o meu espírito e acima de tudo, arrebatou comigo...
Adorei esta coisa!
P.S:Que grande viagem que foi esta x)



5 de abril de 2010

A aula que (nunca) acaba.


Olhava para o apressado relógio a desejar que ele parasse. Cada segundo que passava era como uma faca que se espetava na minha felicidade, tornando-a frágil, demasiado frágil.
O derradeiro momento chegou com um simples mas cruel som de uma campainha ferrugenta. Ao mesmo tempo que o aguçado som me invade os ouvidos toda a minha felicidade foi dilacerada, deixando espaço para a tristeza me invadir os olhos e o espírito.
Não podia, nem queria acreditar que tinha acabado, depois de tanto anos de convivência…
Depois de tudo o que passámos juntos bastou uma campainha para nos separar, estou tão desiludido com vocês por deixarem isso acontecer, quando me prometiam o contrário…
Vocês faziam já parte do meu dia-a-dia, aliás, faziam já parte de mim.
Mas o momento tinha chegado, nada podia fazer para alterar esse facto, só podia acarretar com as infelizes consequências que me enchiam de mágoa.
Dei em louco quando o meu cérebro me transmitia que nunca mais os ia ver, ouvir, sentir todos juntos dentro de quatro paredes…
Agora, quase um ano depois, ainda me fazem falta, fazem-me falta todos os dias, porque afinal, foi com vocês que passei os melhores momentos.

3 de abril de 2010

Orgulho e Preconceito


Finalmente! O dia chegou…
Quase desde que nasci que uma multidão de pessoas me diz que este livro é magnifico, que é isto que é aquilo.
Depois de o ter na mão e analisar cada centímetro da capa e da contra capa sempre que ia à fnac, hoje finalmente o comprei.
Tenho andado a tentar comprá-lo há mais de um mês, mas nunca o consegui comprar por diversos motivos: ou não tinha tempo para livros porque andava em época de testes ou porque me faltava acabar de ler o outro livro que se encontrava na minha mesa de cabeceira, ou mesmo porque não tinha dinheiro porque o tinha gasto todo no bowling do funCenter(só faltava 2 euros -.-).
Hoje lá encontrei uma livraria pacata e interessante e enfiei-me nela com a minha mãe à procura do livro, finalmente o encontrei, paguei, escolhi um marcador e estou com ele agora à minha frente.
Finalmente vou conseguir ler o Orgulho e Preconceito :D

1 de abril de 2010

Bad Romance.


Que doentio, que doentio que és!
Coitado! Ele não se cala, há dias que não para com as incessantes lamúrias, os gritos agoniantes, o choro pesaroso, a apatia extrema, toda a sua vida parecia agora a mais negra das telas alguma vez pintadas.
Ele perdera o seu alimento, o que lhe dava vida e felicidade todos os dias, ela fazia já parte dele. Sem aviso algum ela desaparece, coisa que ele impossível achava. O choque era grande, mas o pior era a imensa tristeza que substituíra a desejada felicidade.
Tinha-a perdido, como tinha perdido toda a sua longínqua perfeita vida. A alegria dava agora lugar à tristeza, o calor era substituído pelo frio, a sensação de ser um puzzle completo e satisfeito era agora um vazio desconfortável, a sanidade era trocada pela demência.
Que coisa mais doentia!
Tu, tu és o culpado! Tu que alimentas as pessoas com cruéis esperanças escusadas, és cruel quando arrancas, com todas as tuas forças, essas mesmas esperanças que desfazes por entre os teus aguçados dedos. És cruel quando a tiras de nós, sem qualquer consentimento da nossa parte. És cruel quando nos invades e não pedes autorização, quando nos impinges sentimentos que só nos destruirão.
És doentio e demente, jogas connosco como se de meras marionetas se tratasse.
Mas, infelizmente, és perfeito quando és doentio e cruel.